Segunda-feira, 19 de Maio de 2008

Ciclo de cinema...

O nosso ciclo de cinema teve início no dia 2 de Junho com o filme Alpha Dog. O grupo estava bastante ansioso...queríamos saber qual a receptividade que o projecto iria ter não só por parte das turmas convidadas, mas também por parte de toda a comunidade.

Ficámos bastante satisfeitos com a adesão do público na primeira sessão, mas na segunda sessão o número de espectadores aumentou consideravelmente. Na nossa opinião, este aumento teve como principal explicação o facto de o filme exibido, "Expiaçao", ser um dos filmes mais aguardados. A inquietação do público era notória, "respirava-se " entusiasmo na sala. No final ouviram-se comentários bastante positivos...no geral todas as pessoas presentes gostaram imenso do filme. Foi extremamente gratificante ver a cara de satisfação das pessoas, distribuindo sorrisos entre si.

Na terceira sessão, com o filme "No vale de Elah", o número de espectadores foi menor, talvez por o filme não ser tão conhecido. Este filme foi uma grande surpresa para todos, um filme que à partida não despertava grande interesse manifestou ser um filme de qualidade.

As sessões de cinema continuam a decorrer até ao final de Maio, por isso convidámos todos os que estiverem interessados em colaborar connosco.

Agradecemos a todas as pessoas que aderiram ao nosso projecto e esperámos que continuem a apreciar o bom cinema.

 


publicado por cinefillius às 20:34
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Terça-feira, 13 de Maio de 2008

ciclo de cinema,às sextas...

 

Como tínhamos prometido, aqui fica o cartaz com a programação e os horários relativos às sessões que compõem o ciclo de cinema, organizado pelo grupo em parceria com o cineclube.As turmas convidadas irão ser contactadas pelos elementos do grupo.

Como o objectivo é, incentivar as camadas mais jovens a  “reapreciar” o cinema e apoiar o cineclube, estipulamos um preço simbólico de 1,5 €, por espectador.

Esta iniciativa é especialmente destinada aos alunos do secundário da ESA, mas está igualmente aberta a toda a comunidade.

 

Colaborem!!!

 


publicado por cinefillius às 18:50
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Terça-feira, 6 de Maio de 2008

Este mês no Cineclube...

Dia 02

ALPHA DOG

Alpha Dog

Realizador: Nick Cassavetes

Actores:

» Bruce Willis

» Ben Foster

» Emile Hirsch

» Justin Timberlake

» Sharon Stone

Ano: 2006

Idade: M/16

Duração: 117 minutos

Género: Drama

Distribuidora: Lusomundo

País de Origem: EUA

Data de Estreia: 19 de Julho de 2007

 

 

Dia 09

EXPIAÇÃO

Atonement

Realizador: Joe Wright

Actores:

» Keira Knightley

» James McAvoy

» Saoirse Ronan

» Brenda Blethyn

» Vanessa Redgrave

Ano: 2007

Idade: M/12

Duração: 130 minutos

Género: Drama / Romance

Distribuidora: Lusomundo

País de Origem: RU / França

Data de Estreia: 17 de Janeiro de 2008

Nomeações para os Oscars (7)

* MELHOR FILME, Tim Bevan, Eric Fellner, Paul Webster

* MELHOR ACTRIZ SECUNDÁRIA, Saoirse Ronan

* MELHOR ARGUMENTO ADAPTADO, Christopher Hampton

* MELHOR DIRECÇÃO ARTÍSTICA, Sarah Greenwood, Katie Spencer

* MELHOR FOTOGRAFIA, Seamus McGarvey

* MELHOR GUARDA-ROUPA, Jacqueline Durran

* MELHOR BANDA SONORA, Dario Marianelli

 

Dia 16

NO VALE DE ELAH

In the Valley of Elah

Realizador: Paul Hagáis

Actores:

» Tommy Lee Jones

» Susan Sarandon

» Charlize Theron

Ano: 2007

Idade: M/16

Duração: 121 minutos

Género: Drama/Thriller

Distribuidora: Lusomundo

País de Origem: EUA

Data de Estreia: 7 de Fevereiro de 2008

Nomeações para os Oscars (1)

* MELHOR ACTOR PRINCIPAL, Tommy Lee Jones

 

 

Dia 23

HAVERÁ SANGUE

There Will Be Blood

Realizador: Paul Thomas Anderson

Actores:

» Daniel Day-Lewis

» Dillon Freasier

» Ciaran Hinds

» Kevin J. O’Connor

Ano: 2007

Idade: M/12

Duração: 158 minutos

Género: Drama

Distribuidora: Lusomundo

País de Origem: EUA

Data de Estreia: 14 de Fevereiro de 2008

Nomeações para os Oscars (8) (a vermelho os Oscars que ganhou)

 

* MELHOR FILME, Paul Thomas Anderson, Daniel Lupi, JoAnne Sellar

* MELHOR REALIZAÇÃO, Paul Thomas Anderson

* MELHOR ACTOR PRINCIPAL, Daniel Day Lewis

* MELHOR ARGUMENTO ADAPTADO, Paul Thomas Anderson

* MELHOR DIRECÇÃO ARTÍSTICA, Jack Fisk, Jim Erickson

* MELHOR FOTOGRAFIA, Robert Elswit

* MELHOR MONTAGEM, Dylan Tichenor

* MELHOR MONTAGEM DE SOM, Matthew Wood

 

Dia 30

ESTE PAÍS NÃO É PARA VELHOS

No Country for Old Men

Realizadores: Ethan Coen e Joel Coen

Actores:

» Tommy Lee Jones

» Javier Bardem

» Josh Brolin

» Woody Harrelson

» Kelly Macdonald

Ano: 2007

Idade: M/18

Duração: 122 minutos

Género: Crime/Drama/Thriller

Distribuidora: Lusomundo

País de Origem: EUA

Data de Estreia: 28 de Fevereiro de 2008

Nomeações para os Oscars (8) (a vermelho os Oscars que ganhou)

 

* MELHOR FILME, Scott Rudin, Ethan Coen, Joel Coen

* MELHOR REALIZAÇÃO, Ethan Coen, Joel Coen

* MELHOR ACTOR SECUNDÁRIO, Javier Bardem

* MELHOR ARGUMENTO ADAPTADO, Ethan Coen, Joel Coen

* MELHOR FOTOGRAFIA, Roger Deakins

* MELHOR MONTAGEM, Roderick Jaynes (Ethan Coen, Joel Coen)

* MELHOR SOM, Skip Lievsay, Craig Berkey, Greg Orloff, Peter F. Kurland

* MELHOR MONTAGEM DE SOM, Skip Lievsay

 

 

 


publicado por cinefillius às 18:39
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Quinta-feira, 1 de Maio de 2008

A nova cinefilia Française..

    
          

O Fabuloso Destino de Amelie                      A Residência Espanhola

    

Esta breve análise, não serve para divulgar os mais recentes títulos do cinema francês, até porque os filmes que vou referir não são propriamente recentes, trata-se antes de fazer um balanço sobre a crescente evolução que o cinema francês tem demonstrado. Actualmente, o cinema francês tem vindo a ganhar importância. Filmes como, a Inglesa e o Duque (2001), Residência Espanhola (2002), ou até mesmo, o Fabuloso Destino de Amélie (2001), representam diferentes visões cinematográficas. A Inglesa e o Duque surpreendeu – nos com uma tão desencantada e atípica visão da Revolução Francesa, distante dos mais vulgares maniqueísmos ideológicos e morais. No ano seguinte, surgiu o filme Residência Espanhola de Cédric Klapish, um divertido retrato das atribulações de um jovem que ao abrigo, do programa de estudos europeus “Erasmus”, deixa paris durante um ano para, em Barcelona, partilhar com estudantes de diversos países a experiência de uma forma especializada. São dois filmes bem diferentes, escusado será sublinha- lo. Em todo o caso, vale a pena sublinhar que estamos perante dois exemplos esclarecedores da variedade e da vitalidade da produção cinematográfica de França. Aliás, é também interessante lembrar que os filmes franceses tiram partido das mais recentes inovações tecnológicas.

È cada vez mais notório a presença assídua de produções francesas, ou seja: o retorno dos filmes franceses às salas, já não é vistos como exemplos soltos de um universo desconhecido, mas sim como expressão de uma das mais activas e também poderosas cinematografias europeias. Neste aspecto, importa sublinhar o sucesso da Festa do Cinema Francês, mais ainda, com o sucesso do Fabuloso Destino de Amélie, pois foi de facto, nesse mesmo ano, que a indústria ampliou uma importante presença nas salas portuguesas. Destaca- se ainda outros sucessos: Astérix e Obélix: Missão Cleópatra, o belíssimo Elogio do Amor, de Jean-luc-Godard, os dois títulos de François Ozon (sob a areia, e 8 mulheres), e também o filme de Jacques Audiard, De tanto bater o meu coração parou (2005). Em suma, o cinema francês apresenta uma grande diversidade e vitalidade que não fica nada atrás do cinema americano.

 

    


publicado por cinefillius às 20:44
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La Nouvelle Vague...

              

                                  

      Nouvelle vague foi um movimento artístico do cinema francês que se insere no movimento contestatário próprio dos anos sessenta. No entanto, a expressão foi lançada por Françoise Giroud, em 1958, na revista L’Express ao fazer referência a novos cineastas franceses. Sem grande apoio financeiro, os primeiros filmes conotados com esta expressão eram caracterizados pela juventude dos seus autores, unidos por uma vontade comum de transgredir as regras normalmente aceites para o cinema mais comercial.

O marco inaugural deste movimento é considerado o filme "Nas Garras do Vício", do diretor Claude Chabrol. Logo em seguida, surgiram filmes que se tornaram clássicos comoO Acossado de Jean-Luc Godard (1954), Alphaville (1965) e Os Incompreendidos (1958), Jules et Jim (1954) de François Truffaut, o grande mestre da Nouvelle Vague.

    As características mais marcantes deste estilo são a intransigência com os moldes narrativos do cinema estabelecido, através do amoralismo, próprio desta geração, presente nos diálogos e numa montagem inesperada, original, sem concessões à linearidade narrativa. Os autores desta nova forma de filmar detestavam muitos dos grandes sucessos caseiros do cinema francês. Votaram ao anátema as obras de Jean Delannoy, Christian-Jacque, Gilles Grangier, Aurenche e Bost (argumentistas). Ao mesmo tempo elevaram à divindade os mestres do film noir americano, Jean Renoir, Robert Bresson, Jacques Tati, Jean Vigo...

    De facto, foram essencialmente os colaboradores da revista Cahiers du cinéma que, depois de teorizarem sobre a sétima arte e as exigências de um cinema de autor – postulando a importância decisiva do realizador na autoria do filme – se lançam na criação do que consideraram ser o cinema.

                                                                                                                                                                                                                           São muitos os autores que a partir desse momento são "rotulados" com a “nouvelle vague”, apesar de muitos, depois, terem seguido caminhos mais académicos, como Roger Vadim que rapidamente passou de "autor de cinema" para director de filmes mais comerciais, ao revés das normas estabelecidas pelo estilo. Do mesmo é acusado Claude Chabrol (autor de obras importantes da vaga, como "Um Vinho Difícil "Entre Primos"...

    Paulatinamente, desta energia de juventude, cada um seguirá o seu caminho, uns mais fiéis que outros àquilo que defenderam. Godard continua o seu cinema difícil e muitas vezes pretensioso, experimental até à exaustão: sempre tocando nos limites do que é o cinema. Truffaut segue pelo caminho de um classicismo que lhe grangeia uma grande quantidade de admiradores... Alain Resnais, parco no número de filmes, desde que apresenta "Hiroshima, mon amour" (no mítico ano de 1959), vai-se consolidando como um Guru respeitável, autor de alguns dos mais importantes filmes de sempre, no que diz respeito a esse tão desejado título de "Cinema de Autor" ("O Último Ano em Marienbad", "Providence", etc.)

    Este estilo influenciou toda a cinematografia mundial. Mesmo nos Estados Unidos da América, os realizadores da "Nova Hollywood", como Robert Altman, Francis Ford Coppola, Brian de Palma, Martin Scorsese renderam homenagem à vaga que começou a frutificar com o "Bonnie and Clyde" de Arthur Penn, prolongando-se esta influência do final dos anos sessenta até aos anos setenta... Muitos dos cineastas, que iniciaram este novo estilo, reuniam-se em cineclubes para discutir as obras americanas e assim terem base para a forma antagonica que iriam aplicar em seus trabalhos. Os cineastas da Nouvelle Vague eram conhecidos como os novos turcos; geraram também a ruptura com o cinema totalmente de estúdio, que era o que imperava na França da década de 40. Incorporaram estilos e posturas da Pop Art ao teatro épico, textos de Balzac, Manet e Marx. Havia em seus, um questionamento novo, um erotismo pungente e até um romantismo tragicômico.

 


publicado por cinefillius às 19:53
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Quarta-feira, 30 de Abril de 2008

Desenvolvimento do filme colorido

     Em 1906 iniciaram-se vinte experiências com filme colorido, mas meramente como curiosidade. Estas experiências, como o Tecnicolor de duas cores, não cativaram o público.

   Em 1933 o Tecnicolor foi melhorado com um sistema de três cores, este passou a ser comercializável, sendo aplicado pela primeira vez no filme “Vaidade e beleza” (1935) de Rouben Mamoulian. Com a generalização da cor, o preto e branco passaram a ser apenas aplicados em “pequenos filmes.


publicado por cinefillius às 20:11
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Cinema Mudo

      Entre 1909 e 1912 todos os aspectos cinematográficos estavam a cargo do Montion Pictures Parents Company. Este grupo dissolveu-se em 1912 e deste modo permitiu aos produtores independentes a formação das suas próprias empresas de distribuição e exibição.

   D.W.Griffith destacou-se neste período pelo aperfeiçoamento dos elementos utilizados para fazer cinema. Em 1915, Griffith lançou “O nascimento de uma nação”, película de 12 bobinas, considerada a primeira obra-prima do cinema.

 

 

      D.W.Griffith   “O nascimento de uma nação”

 

  Desde 1915 a 1920, verificou-se a predominância da procura das grandes salas de cinema por todo o território dos Estados Unidos da América. Em contrapartida a indústria mudava-se para Hollywood, onde Cecil B. deMille e Mack Sennett, entre outros produtores independentes, construíram os seus próprios estúdios.

 

              Cecil B. deMille          Mack Sennett

 

    Mack Sennett foi considerado o “rei” da comédia e um grande descobridor de talentos, tais como: Gloria Swanson, Harold Lloyd e Charlie Chaplin. Juntamente com Mary Pickford e Douglas Fairbanks, Charlie Chaplin fundou a produtora United Artists, percursora do Star System e iniciadora da época de ouro do cinema mudo.

 

              Gloria Swanson            Harold Lloyd     

 

 

  Charlie Chaplin  

   Mary Pickford           Douglas Fairbanks

 

 

 

 

 

 

publicado por cinefillius às 19:40
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As primeiras experiências

Nos E.U.A. e na Europa eram animadas imagens, desenhadas à mão, como forma de diversão. Descobriu-se que se 16 imagens estáticas de um movimento que decorrem num segundo são passadas sucessivamente também num segundo, a persistência da visão as une, fazendo com que sejam vistas como uma só imagem em movimento.

 

 

Ø      O zoótropo, que chegou até aos nossos dias, traz uma série de desenhos impressos horizontalmente em tiras de papel, colocadas no interior de um tambor giratório montado sobre um eixo. Na metade do cilindro, uma série de   ranhuras verticais pelas quais se olha, permite que, ao girar-se o tambor, se vejam imagens em movimento.

 

    Desenhos impressos horizontalmente       Zoótropo

  em tiras de papel

 

Ø      O praxinoscópio, do inventor francês Charles Émile Reynaud é mais elaborado que o zoótropo. Consiste num tambor giratório com um aro dotado de espelhos colocado no centro e os desenhos colocados no interior. Conforme se girava o tambor, os desenhos pareciam animar-se.

   Praxinoscópio           Charles Émile Reynaud

 

Ø      Naqueles mesmos anos, William Henry Fox Talbot, no Reino Unido, e Louis Daguerre, na França, trabalhavam num novo projecto que possibilitaria o desenvolvimento do cinematógrafo: a fotografia. 

 

William Henry Fox Talbot       Louis Daguerre

 

Ø      Em 1861, o inventor norte-americano Coleman Sellers patenteou o quinematoscópio, que conseguia animar uma série de fotografias fixas montadas sobre uma roda giratória dotada de palhetas.

Coleman Sellers 

 

Ø      Um passo relevante para o desenvolvimento da primeira câmara de imagens em movimento foi dado pelo fisiologista francês Etienne Jules Marey, cujo cronofotógrafo (um fuzil fotográfico) portátil movia uma única faixa, que permitia obter doze imagens numa placa giratória que dava uma volta completa num segundo. 

   Etienne Jules Marey         Cronofotógrafo

 

Ø      Por volta de 1889, os inventores americanos Hannibal Goodwin e Georges Eastman desenvolveram películas de emulsão fotográfica de alta velocidade montadas num celulóide resistente.

 

Hannibal Goodwin           Georges Eastman  

 

Ø      Na década de 1890, Thomas Alva Edison construiu a primeira máquina de cinema, o quinetoscópio, que tinha uns 15 metros de película num dispositivo análogo a uma espiral sem fim, que o espectador -individual- tinha que ver através de uma lente de aumento. 

  Quinetoscópio           Thomas Alva Edison

 

 Ø      As experiências com projecção de imagens em movimento visíveis por mais de um espectador foram realizadas simultaneamente nos Estados Unidos e na Europa. Na França, os irmãos Louis e Auguste Lumière, em 1895, chegaram ao cinematógrafo, invento que era ao mesmo tempo câmara, copiadora e projector, que é o primeiro aparelho que se pode qualificar de autenticamente de cinema. Produziram também uma série de curtas-metragens, no género documentário, com grande êxito.  

 Louis e Auguste Lumière

 

Ø      Em 1896, o ilusionista francês Georges Méliès demonstrou que o cinema servia não apenas para registar a realidade, mas também para torná-la divertida ou falseá-la. Realizou uma série de filmes que exploravam o potencial narrativo do novo meio e rodou o primeiro grande filme a ser exibido, cuja projecção durou cerca de quinze minutos: L’affaire Dreyfuss (O caso Dreyfuss, 1899). Mas Méliès é famoso sobretudo pelas suas notáveis fantasias, como Viagem à lua (1902), nas quais experimentava as possibilidades de trucagens com a câmara cinematográfica. 

 

 Georges Méliès

 

ü      O estilo documentalista dos irmãos Lumière e as fantasias teatrais de Méliès fundiram-se nas ficções realistas do inventor americano Edwin S. Porter, que produziu o primeiro filme interessante do seu país, Great train robbery, em 1903. Esse filme teve um grande êxito e muito contribuiu para que o cinema se transformasse num espectáculo de massa. As pequenas salas de exibição, conhecidas como “cinema poeira”, espalharam-se pelos Estados Unidos e o cinema começou a firmar-se como indústria.

 

Edwin S. Porter

                


publicado por cinefillius às 10:53
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Segunda-feira, 28 de Abril de 2008

Origens do cinema

     A preocupação com o registo do movimento remonta a tempos longínquos. Considera-se o jogo das sombras do teatro de marionetas oriental um dos primeiros percursores do cinema. A Sétima Arte tornou-se uma realidade devido ao desenvolvimento da ciência óptica - experiências da câmara escura e da lanterna mágica. No âmbito das conquistas científicas destacou-se Peter Mark Roget, secretário da Real Sociedade de Londres, com a publicação, em 1824, de “Persistência da visão no que tange aos objectos em movimento”, na qual afirmava que o olho humano retinha as imagens durante uma fracção de segundo posterior ao momento em que elas desapareciam do seu ângulo de visão.


publicado por cinefillius às 12:56
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Quarta-feira, 16 de Abril de 2008

O CineCult tem a honra de apresentar...

Finalmente com carta branca, avançamos agora com o nosso projecto de levar os alunos do secundário da ESA ao cinema.

Elaborado já o luxuoso cartaz, com nomeados pela Academia à cabeça, o próximo passo será obter a aprovação dos professores cujas aulas serão abarcadas pela actividade. Este processo está já em curso, pelo que muito brevemente serão divulgados os horários das sessões, as turmas autorizadas e o preço (reduzido) que cada aluno terá a pagar.

 

assim, o cartaz para o mês de Maio será:

 

dia 2 de Maio - Alpha Dog, de Nick Cassavettes

 

dia 9 de Maio - Expiação, de Joe Wright

 

dia 16 de Maio - No Vale de Elah, de Paul Haggis

 

dia 23 de Maio - Haverá Sangue, de Paul Thomas Anderson

 

dia 30 de Maio - Este País Não É Para Velhos, dos Irmãos Coen

 

 

Com esperança da adesão, tanto de alunos como de professores,

 

Cinecult


publicado por cinefillius às 11:15
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